Assassino do sargento Mazzocato é preso pela Polícia Civil

Leonardo Joaquim Marçal de Aguiar, foi preso na tarde desta sexta-feira (03) por policiais civis de Cambé. Ele é acusado de assassinar o sargento da policia militar, Antônio Carlos Mazzocato. O crime aconteceu no dia 03 de maio.

Relembre o caso:

O Policial Militar Antônio Carlos Mazzocato, 48, foi executado por bandidos na tarde de quinta-feira do dia 03 de maio, por volta das 17 horas, no bar Mocotó Brasil, que era de sua propriedade, na avenida dos Estudantes, esquina com a rua Sete de Setembro, em Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina). Um comerciário que trabalha nas proximidades do bar escutou uma rajada de tiros e na sequência outros dois tiros. Quando foi ver o que tinha ocorrido, viu um carro sair em alta velocidade. “Não deu para ver que modelo era”, afirmou o comerciário.

O tenente da Polícia Militar Renan Taguchi explicou que Mazzocato estava em horário de folga em seu estabelecimento comercial. “O sargento Mazzocato trabalhou por muito tempo em Ibiporã. Agora temos que ter tranquilidade e colher as informações para chegar aos autores do crime”, afirmou Taguchi. Ele não soube precisar quantos tiros atingiram o sargento e qual a região do corpo foi atingida. O delegado Vitor Dutra afirmou que foram encontradas 15 cápsulas dentro do estabelecimento.

“Não sabemos se a motivação foi uma desavença pessoal ou se tinha a ver com o serviço de policial militar. Pode ter sido também uma ação promovida por facção criminosa decorrente de seu trabalho como PM”, apontou Taguchi.

Taguchi ressaltou que recentemente foram apreendidas três submetralhadoras fabricadas artesanalmente e que podem ter sido utilizadas no homicídio do policial. “Não podemos descartar que essas submetralhadoras artesanais tenham sido usadas no crime”, afirmou.

O tenente afirmou que três veículos podem estar ligados ao crime. Um deles foi incendiado na Estrada das Três Figueiras. “Foram deslocadas viaturas para averiguar esses veículos para ver se tem conexão com o assassinato. Temos que checar as placas e o chassis para verificar se são produtos de roubo”, apontou Taguchi.

Um grande aparato da Polícia Militar e da Polícia Civil foi montado para tentar localizar os autores do crime. “O cerco foi montado. Recebemos apoio de Londrina, com equipes do Choque, da Rotam, da P2, da Polícia Civil e do helicóptero da PM”, ressaltou.

O tenente lembrou que se qualquer testemunha puder repassar informações sobre o assassinato pode entrar em contato pelo telefone 190. “Qualquer informação é bem vinda para se chegar aos autores.”

Mazzocato havia adquirido o bar há cinco meses. Ele atuava em Londrina há dois anos, como integrante do 5º Batalhão de Polícia Militar de Londrina.

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